Sábado, 23 Março201300: 29 - C2013334000000Sábado31America/Sao_Paulo 123131p://p12p.3America/Sao_Paulo31/03am3000000amSábado/p31_187R/f00000032013-03-23T00:29:34-03:00312920133.23am31America/Sao_Paulo.p12p

O Visagismo de Philip Hallawell

Philip Hallawell é artista plástico e arte-educador. Mestre desenhista e profundo conhecedor da linguagem visual, pesquisa como o cérebro percebe e processa imagens há 40 anos. Seu método inédito e revolucionário de Visagismo é baseado na associação de vários trabalhos científicos nas áreas da psicologia, da neurobiologia e da antropologia com os fundamentos da linguagem visual.

Os principais elementos que compõem a imagem são linhas, formas e cores. São símbolos universais, com o mesmo significado para todas as pessoas, porque disparam os sistemas cerebrais mais primitivos que produzem emoções. Quando uma pessoa olha para qualquer tipo de imagem, imediatamente é invadida por sensações e emoções determinadas pelas linhas, formas e cores, antes que possa pensar racionalmente ou conceitualmente sobre que está vendo. Isso se aplica também ao rosto e todos os aspectos da imagem pessoal: cabelo, maquiagem, dentes, vestimentas e acessórios.
O conhecimento do significado desses elementos e a capacidade de reconhecê-los em todos os detalhes da imagem pessoal permitem compreender o que ela expressa e criar um estilo que realça as qualidades físicas e as melhores características do temperamento de uma pessoa.
O estudo do Visagismo, segundo o método de Philip Hallawell, também permite compreender o que é bonito, belo ou feio. Philip postula que se percebe que algo é bonito quando seus elementos são dispostos de tal maneira que criam sensações de equilíbrio, harmonia, saúde e vigor e estão em sintonia. São qualidades apreciadas por todos e que fazem com que a pessoa seja aceita. O contrário cria a rejeição e é visto como sendo feio. O belo vai além: atrai.
Quando a imagem, através das sensações provocadas pelos elementos visuais, expressa qualidades admiráveis, como dinamismo, liderança, criatividade, suavidade, ou sensualidade, provoca atração. Isso dependerá dos conceitos e valores das pessoas que a estão vendo. Por isso a percepção do belo não é absoluta e "está nos olhos do espectador".
Esse conceito do Visagismo atende os desejos e necessidades do homem contemporâneo. Todas as pesquisas apontam que a personalização, ou customização, e a despadronização são as maiores tendências da atualidade. Esse método dá ao cliente o poder de escolha daquilo que deseja expressar, através de sua imagem, mas também fornece informações sobre seu biotipo e seu temperamento, facilitando escolhas conscientes e esclarecidas. O profissional de beleza o ajuda a entender o poder de sua imagem, como afeta seus relacionamentos e sua autoestima, através da introspecção e da reflexão. O resultado é uma imagem que define sua identidade, exaltando seus melhores atributos.

Philip Hallawell nasceu em São Paulo em 1951 e teve sua formação na Inglaterra, e Haverford College, EUA. Artista plástico de renome internacional, com mais de 50 exposições, e arte educador desde 1983, apresentou e criou a Oficina de Desenho no programa Revistinha (TV Cultura, 1989-1991) e a série À Mão Livre - A Linguagem do Desenho (TV Cultura, 1994-2002). Autor dos livros da série À Mão Livre (Ed. Melhoramentos), Visagismo: harmonia e estética (SENAC SP, 2003) e Visagismo Integrado: identidade, estilo e beleza (SENAC SP, 2009), dirige, com sua esposa Sonia, o Centro de Visagismo Philip Hallawell, e é conferencista muito requisitado nas áreas de beleza, estética e artes. Atualmente reside em Itu, SP.

Deixe um comentário

As informações assinaladas com (*) são obrigatórias.

Alterar seu perfil

Login com Facebook