A Hair Brasil 2012 foi realizado de 24 a 27 de março, ocupando todos os pavilhões do Expo Center Norte, em São Paulo. Recebeu 80 mil visitantes de diversas áreas da beleza, entre profissionais de beleza, comerciantes e fabricantes de cosméticos e produtos.

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André Mateus nasceu entre tesouras, pentes, escovas e secadores. Neto de barbeiro e filho de cabeleireiro, começou sua carreira aos 14 anos trabalhando no Magic Hair Alphaville, salão de sua família.

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  • Edição 01

Você está vendo o primeiro newsletter do Centro de Visagismo Philip Hallawell. Faz nove anos que o primeiro livro de Visagismo do mundo foi lançado, no qual o conceito de Visagismo foi definido pela primeira vez por Philip Hallawell.

Quatro dias de imersão total no mundo da imagem – uma alfabetização visual que capacita o profissional de todas as áreas de criação da imagem pessoal a conduzir uma consultoria com o cliente, na qual analisa a imagem e o que expressa, as linhas, formas e proporções do rosto e o que revelam do seu temperamento, com o intuito de estimulá-lo a refletir sobre o que deseja expressar pela sua imagem.

Todos as pesquisas sobre tendências indicam que as duas maiores são a despadronização e a customização, que é a personalização de produtos e serviços. Isso significa que o profissional de beleza precisa saber como criar um estilo personalizado para cada um dos seus clientes e estar atento ao perigo de cair na armadilha de criar imagens padronizadas, baseadas nas "tendências" de moda. O Visagismo é justamente a arte de criar um estilo pessoal e o domínio dos seus conceitos e técnicas possibilita a customização da imagem de cada cliente.

Há quatro anos, no início de 2002, iniciei minha pesquisa sobre visagismo. Quase não havia referências sobre o assunto, especialmente no Brasil. Tive acesso a alguns livros, mas todos se limitavam à análise física de uma pessoa; formato do rosto e cor da pele. Conhecer a técnica de analisar o rosto é fundamental para poder exercer o visagismo. No entanto, pelas informações que tive sobre Fernand Aubry, o criador do visagismo, em 1937, era claro que se tratava de um conceito. Não é uma técnica.

Há alguns anos, fui convidado a ministrar um workshop para os alunos de design de uma faculdade. Pensavam que precisavam de mais técnica para estimular a sua criatividade, mas logo percebi que o que lhes faltava era conhecimento da linguagem visual e não técnica. Conheciam pouco, ou nada, de composição, a dinâmica das linhas, proporção áurea, estética, luz ou cor. Conseqüentemente, não sabiam como as imagens funcionam e como se expressar visualmente. Isso não é um problema técnico.

Cada um se vê no seu rosto. Sua imagem pessoal expressa sua identidade, para sí e para os outros. Mas também é uma máscara. Essa identidade é criada desde a infância e modificada ao longo dos anos. Cada mudança na imagem pessoal afeta a pessoa psicologicamente, porque altera como se vê e é vista, e o que revela e esconde da sua personalidade. Influi no seu comportamento e nos seus relacionamentos.

Beleza. O que é isso de que falamos tão freqüentemente? Será que todos nós temos a mesma concepção dessa palavra?

A Hair Brasil 2012 foi realizado de 24 a 27 de março, ocupando todos os pavilhões do Expo Center Norte, em São Paulo. Recebeu 80 mil visitantes de diversas áreas da beleza, entre profissionais de beleza, comerciantes e fabricantes de cosméticos e produtos.

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André Mateus nasceu entre tesouras, pentes, escovas e secadores. Neto de barbeiro e filho de cabeleireiro, começou sua carreira aos 14 anos trabalhando no Magic Hair Alphaville, salão de sua família.

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Você está vendo o primeiro newsletter do Centro de Visagismo Philip Hallawell. Faz nove anos que o primeiro livro de Visagismo do mundo foi lançado, no qual o conceito de Visagismo foi definido pela primeira vez por Philip Hallawell.

Quatro dias de imersão total no mundo da imagem – uma alfabetização visual que capacita o profissional de todas as áreas de criação da imagem pessoal a conduzir uma consultoria com o cliente, na qual analisa a imagem e o que expressa, as linhas, formas e proporções do rosto e o que revelam do seu temperamento, com o intuito de estimulá-lo a refletir sobre o que deseja expressar pela sua imagem.

Todos as pesquisas sobre tendências indicam que as duas maiores são a despadronização e a customização, que é a personalização de produtos e serviços. Isso significa que o profissional de beleza precisa saber como criar um estilo personalizado para cada um dos seus clientes e estar atento ao perigo de cair na armadilha de criar imagens padronizadas, baseadas nas "tendências" de moda. O Visagismo é justamente a arte de criar um estilo pessoal e o domínio dos seus conceitos e técnicas possibilita a customização da imagem de cada cliente.

Há quatro anos, no início de 2002, iniciei minha pesquisa sobre visagismo. Quase não havia referências sobre o assunto, especialmente no Brasil. Tive acesso a alguns livros, mas todos se limitavam à análise física de uma pessoa; formato do rosto e cor da pele. Conhecer a técnica de analisar o rosto é fundamental para poder exercer o visagismo. No entanto, pelas informações que tive sobre Fernand Aubry, o criador do visagismo, em 1937, era claro que se tratava de um conceito. Não é uma técnica.

Há alguns anos, fui convidado a ministrar um workshop para os alunos de design de uma faculdade. Pensavam que precisavam de mais técnica para estimular a sua criatividade, mas logo percebi que o que lhes faltava era conhecimento da linguagem visual e não técnica. Conheciam pouco, ou nada, de composição, a dinâmica das linhas, proporção áurea, estética, luz ou cor. Conseqüentemente, não sabiam como as imagens funcionam e como se expressar visualmente. Isso não é um problema técnico.

Cada um se vê no seu rosto. Sua imagem pessoal expressa sua identidade, para sí e para os outros. Mas também é uma máscara. Essa identidade é criada desde a infância e modificada ao longo dos anos. Cada mudança na imagem pessoal afeta a pessoa psicologicamente, porque altera como se vê e é vista, e o que revela e esconde da sua personalidade. Influi no seu comportamento e nos seus relacionamentos.

Beleza. O que é isso de que falamos tão freqüentemente? Será que todos nós temos a mesma concepção dessa palavra?

A Hair Brasil 2012 foi realizado de 24 a 27 de março, ocupando todos os pavilhões do Expo Center Norte, em São Paulo. Recebeu 80 mil visitantes de diversas áreas da beleza, entre profissionais de beleza, comerciantes e fabricantes de cosméticos e produtos.

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André Mateus nasceu entre tesouras, pentes, escovas e secadores. Neto de barbeiro e filho de cabeleireiro, começou sua carreira aos 14 anos trabalhando no Magic Hair Alphaville, salão de sua família.

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Você está vendo o primeiro newsletter do Centro de Visagismo Philip Hallawell. Faz nove anos que o primeiro livro de Visagismo do mundo foi lançado, no qual o conceito de Visagismo foi definido pela primeira vez por Philip Hallawell.

Quatro dias de imersão total no mundo da imagem – uma alfabetização visual que capacita o profissional de todas as áreas de criação da imagem pessoal a conduzir uma consultoria com o cliente, na qual analisa a imagem e o que expressa, as linhas, formas e proporções do rosto e o que revelam do seu temperamento, com o intuito de estimulá-lo a refletir sobre o que deseja expressar pela sua imagem.

Todos as pesquisas sobre tendências indicam que as duas maiores são a despadronização e a customização, que é a personalização de produtos e serviços. Isso significa que o profissional de beleza precisa saber como criar um estilo personalizado para cada um dos seus clientes e estar atento ao perigo de cair na armadilha de criar imagens padronizadas, baseadas nas "tendências" de moda. O Visagismo é justamente a arte de criar um estilo pessoal e o domínio dos seus conceitos e técnicas possibilita a customização da imagem de cada cliente.

Há quatro anos, no início de 2002, iniciei minha pesquisa sobre visagismo. Quase não havia referências sobre o assunto, especialmente no Brasil. Tive acesso a alguns livros, mas todos se limitavam à análise física de uma pessoa; formato do rosto e cor da pele. Conhecer a técnica de analisar o rosto é fundamental para poder exercer o visagismo. No entanto, pelas informações que tive sobre Fernand Aubry, o criador do visagismo, em 1937, era claro que se tratava de um conceito. Não é uma técnica.

Há alguns anos, fui convidado a ministrar um workshop para os alunos de design de uma faculdade. Pensavam que precisavam de mais técnica para estimular a sua criatividade, mas logo percebi que o que lhes faltava era conhecimento da linguagem visual e não técnica. Conheciam pouco, ou nada, de composição, a dinâmica das linhas, proporção áurea, estética, luz ou cor. Conseqüentemente, não sabiam como as imagens funcionam e como se expressar visualmente. Isso não é um problema técnico.

Cada um se vê no seu rosto. Sua imagem pessoal expressa sua identidade, para sí e para os outros. Mas também é uma máscara. Essa identidade é criada desde a infância e modificada ao longo dos anos. Cada mudança na imagem pessoal afeta a pessoa psicologicamente, porque altera como se vê e é vista, e o que revela e esconde da sua personalidade. Influi no seu comportamento e nos seus relacionamentos.

Beleza. O que é isso de que falamos tão freqüentemente? Será que todos nós temos a mesma concepção dessa palavra?